terça-feira, 1 de março de 2011

Causas Superiores - AAPEL

Votem na AAPEL!Peço a todos os meus amigos e em especial a todos os Limianos que se unam em torno da nossa causa superior!

Votem em:
http://www.causassuperiores.com/?p=causa&id=11
O vosso voto é fundamental!Esta é de todas as causas aquela em que o dinheiro é mais necessário! Precisamos de dinheiro para iniciar as obras!!
Divulguem aos vossos contactos!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Centro de Congressos e Parque de Campismo de Ponte de Lima - 1ºclassificado





Imagens virtuais do 1º classificado no Concurso de Ideias para o Centro de Congressos e Parque de campismo de Ponte de Lima. Arq. José Manuel Carvalho Araújo

fonte: europaconcorsi

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ponte de Lima vai ter um boutique hotel em meio rural

Tirar partido da ruralidade que caracteriza o concelho de Ponte de Lima é a principal aposta do Carmo´s Boutique Hotel que deverá abrir no início do próximo ano, na freguesia de Gemieira. Equivalente a um hotel de cinco estrelas, a nova unidade de alojamento pretende marcar a diferença oferecendo serviços que proporcionam aos hóspedes vivências tipicamente rurais.

Iniciativa de um grupo de investidores locais e do Porto, a construção da nova unidade hoteleira implicará um investimento da ordem dos dois milhões de euros. A unidade de luxo está a nascer a cinco minutos de distância do centro da vila e muito próximo dos principais acessos viários do Minho e da Galiza.

O projecto, da autoria do arquitecto J.M. Carvalho Araújo, enquadra-se na filosofia definida para o projecto que pretende conciliar "o passado, de uma terra repleta de tradição, humanidade, modernidade e inovação".

O empreendimento integrará uma quinta, que privilegiará as raças autóctones, hortas e todo o tipo de actividades ligadas ao campo, promovendo "os produtos de excelência do mundo rural", e possibilitando aos visitantes desfrutar dos produtos tradicionais do concelho.

Filipe Pimenta, um dos promotores, disse ao PÚBLICO que este hotel "representa um novo conceito de serviço, altamente personalizado", pensado para um segmento específico. "Vai atrair um nível de turistas que são líderes de opinião, que querem consumir, mas também conhecer a região, explicou. Numa primeira fase, a unidade hoteleira irá disponibilizar cerca de 15 quartos, e será dotada de spa, piscina interior e ginásio, entre outras infra-estruturas.

Pelo facto de estar inserido em pleno meio rural, a aposta dos promotores passará pela promoção "de tudo o que se faz no concelho" e pela "valorização da sua gastronomia, das tradições, da arte, e do património". Para Filipe Pimenta, o novo espaço irá "contribuirá para afirmação de Ponte de Lima como um destino privilegiado na rota do turismo nacional e internacional".

A apresentação pública deste novo empreendimento turístico está marcada para quarta-feira, durante a BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa, mais concretamente no stand da região Porto e Norte de Portugal.

Notícia: Público

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ponte de Lima integra projecto-piloto para a realização de um Cadastro Florestal

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Ponte de Lima vai integrar um projecto-piloto, a desenvolver em mais dois municípios portugueses, com vista à realização de um Cadastro Florestal. A intenção deste projecto passa por conhecer, num determinado território, quais as propriedades que existem e quem são os seus donos.

De acordo com o Secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro, esta é uma medida que, se resultar, pode vir depois a ser estendida a todo o Alto Minho. Rui Barreiro sublinhou a importância deste projecto-piloto, uma vez que a realização de um cadastro florestal é também uma reivindicação antiga da região. O primeiro cadastro será feito em Ponte de Lima. Uma ideia que, se resultar, poderá estender-se “de forma consolidada” a todo o distrito de Viana do Castelo. Refira-se que Ponte de Lima é, no distrito de Viana do Castelo, um dos concelhos onde o mundo rural, e a floresta em particular, assumem uma importância acrescida em termos económicos e sociais.


Notícia: Geice

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Quando a arte se torna numa ratoeira

Ponte de Lima, na sua estratégia de desenvolvimento assente na dinamização dos produtos locais, passou para o bronze algumas das actividades mais típicas colocando as obras a adornar o passeio ribeirinho que é um verdadeiro cartão de visita da velha vila.

Um dos monumentos mais recentes daquela marginal corporiza, em bronze, uma homenagem ao mundo rural, representando numa só peça um conjunto de actividades tradicionais no amanho da terra neste concelho que tem na preservação da paisagem uma das suas maiores valias ambientais.
Esta peça, com uma junta de bois a puxar a tradicional charrua, o homem nas rabiças do arado e a mulher na soga do gado, e uma outra mulher a ceifar o milho, tem dado para observar das situações mais insólitas e também as mais desagradáveis com algumas consequências, mais ou menos graves, para quem se aventura a passear pelo meio das figuras.
As diferentes peças escultóricas estão assentes sobre um lagedo em granito ao mesmo nível do passeio e com uma ligação a este. Torna-se, portanto, convidativo o passeio para melhor observar os pormenores escultóricos de cada figura em tamanho natural.
A armadilha está na altura deste patamar em relação à nova ciclovia que atravessa o areal.
Algumas pessoas, neste passeio pelo meio das esculturas, são apanhadas desprevenidas por este desnível, sem qualquer protecção, e têm sido várias a sofrer as consequências de um trambolhão com mais de metro e meio. Já houve quem partisse um braço, quem tivesse ficado inconsciente, o que obrigou à intervenção do INEM, entre outras sequelas.
Câmara e escultor já encetaram diálogo com vista a uma solução que torne mais seguro aquele monumento sem desvirtuar a sua estética. Até lá previna-se... se for a Ponte de Lima.

[Publicado no DM de 31.01.2011]

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Arquitectura desaparecida em Ponte de Lima (IX)


Ponte de Lima, cerca de 1900
Foto: Emílio Biel

Esta fotografia de um dia de feira na vila é curiosa sobretudo pela exposição urbana do antigo Largo da Feira.
De reparar o casal que atravessa o rio no canto inferior esquerdo, denunciando o caudal diminuto do rio.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Concentração


A maior concentração de bancos públicos por metro quadrado.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Uma Felicidade Completa

A Associação dos Amigos da Pessoa Especial Limiana convida-os a conhecer o Conto Infantil ilustrado, vencedor do Concurso Literário promovido pela associação, junto dos alunos do 4.º ano de escolaridade, dos vários agrupamentos de escolas do concelho de Ponte de Lima.

No passado dia 3 de Dezembro, Dia Internacional da Pessoa Portadora de Deficiência, teve lugar na Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Freixo, a entrega do livro Infantil – Uma Felicidade Completa, aos alunos e professora vencedores do Concurso Literário por nós promovido.
Foi grande o entusiasmo dos alunos ao verem o resultado final do seu trabalho.


O livro poderá ser adquirido nas feiras do Livro dos Agrupamentos de Escolas do Concelho, na Loja Solidária da AAPEL, na Sede da AAPEL, na Feira do Livro de Natal da
Biblioteca de Ponte de Lima, no Sindicato dos Professores da Zona Norte de Ponte de Lima e de Viana do Castelo

fonte: AAPEL

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Citação

A crónica, por assim dizer, continua a olhar para a obra avulsa como um “ miserável remendão “e que para ali lançaram, frente ao Rio Lima; e que não consegue esconder a erosão e lástima que se vê nas suas margens. (...) Colocaram no corredor em pedra –delimita o espaço do jardinzeco – virado para as margens do rio: mais de uma centena de lâmpadas e, por assim dizer, inúteis, alumiam para onde? Quem olhar a vila, do meio da Ponte Medieval, leva com aquela luz nos olhos – parecem faróis de automóvel. Querem uma sugestão – e não pagam nada: comecem a cortar a luz naquele espaço virado para o rio... e nunca mais a liguem! E assim Ponte de Lima começa por dar um bom exemplo de poupança."

Amândio Sousa Dantas
Jornal Alto Minho 18-11-10

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Arquitectura desaparecida em Ponte de Lima (VIII)





Largo da Feira até 1930
Largo da Feira (anos 1980)

Largo da Feira até 1930


Largo da Feira (anos 80)



Esta será das intervenções mais radicais efectuadas no centro histórico de Ponte de Lima e frequentemente esquecida pela população em geral. No entanto, após tomar conhecimento deste facto, é difícil não imaginar, a cada vez que atravessamos o Largo da Feira, que todos os prédios confrontantes têm um piso aterrado abaixo dos nossos pés.
Até 1930 o Largo da Feira processava-se sensivelmente à cota do areal comunicando com o Largo de Camões através de uma estreita escada no paredão. A ponte relacionava-se proximamente com estas habitações e apresentava-se com mais dois arcos visíveis. É curioso o facto de que, até 1930, o passeio interligava-se directamente com a Avenida de S. João através da passagem sob os arcos da ponte (momento recuperado com a nova intervenção do areal, embora nesta última, a ponte medieval pareça um obstáculo no percurso e não uma das razões). O aparecimento do automóvel obrigou à necessidade de um desafogo na entrada da ponte medieval a partir do Largo de Camões. O rés-do-chão destas habitações viradas para o Largo da Feira eram regularmente fustigadas por cheias do rio Lima. A câmara municipal procedeu ao aterro de dois dos arcos da ponte e do piso térreo destas habitações, passando o Largo da Feira a funcionar nivelado com o Largo de Camões. Numa das fotos apresentadas as obras de aterro encontram-se já em execução. Constituía um momentos mais interessantes do casario do centro histórico, com os prédios a relacionarem-se de forma diversificada com as várias ruas. Um espaço urbano que processava-se a duas alturas simultaneamente. Após este aterro a frente da vila ganhou um paredão excessivo que quebrou a relação entre o Largo de Camões e o Areal, facto que ainda hoje se verifica.


planta e fotos: Ontem-Hoje, O Largo da Feira, Revista Arquivo Municipal de Ponte de Lima

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Panorâmica





Panorâmica sobre a vila a partir do alto do cemitério. divisão em cinco postais de cerca de 1906.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A repetição de fórmulas




É frequente depararmo-nos com o sucesso de um determinado feito que colhe a aprovação generalizada do público. Tomadas de decisões ou obras felizes que nos enchem de confiança ilusória para repetir esta fórmula como garante de sucesso e conforto. No entanto, qualquer criativo apercebe-se rapidamente da perda de vigor que a exploração de um mesmo tema envolve. O ridículo apodera-se desse acto criativo ao ponto de descredibilizar o obra primeira.

É curiosa a percepção desta lógica de pensamento nas intervenções no centro histórico de Ponte de Lima. A aposta em soluções criativas e únicas que nos distinguiam perante outros munícipios foi colocada de lado para um enfoque em intervenções previamente testadas.
O caso mais pragmático será o da estatuária. O que era inicialmente um caso único que introduzia um carácter inusitado e de referência a um determinado local, transforma-se à quarta ou quinta repetição num ridiculo evento perceptível a qualquer turista.

O segundo caso será o ajardinamento do espaço público. Ponte de Lima fez um trabalho notável neste ponto, criando uma "escola" de jardineiros criativos e que têm sido excelentes embaixadores da vila. Na hora de intervir no areal a solução lógica assentou no seu ajardinamento à imagem do que acontece nos restantes jardins públicos. Soluções anunciadas como soluções de compromisso mas que inutilizam qualquer desejo de plano mais ambicioso.
O tema do areal nunca deveria ser o verde mais sim o branco, a cor tradicional deste espaço. O areal como espaço com características inusitadas num espaço urbano é uma oportunidade para introduzir variedade paisagística à vila para além do verde. A ponte medieval foi a primeira a acusar o excesso de desenho; monumento tradicionalmente assente num manto de areia que afirmava a sua leitura longitudinal.

Soluções difíceis como a resolução do areal (com ou sem autómoveis) exigiriam soluções únicas e criativas.