terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
OSSO VAIDOSO na CAL – 16 de novembro
18h | Atelier de Roupa Anterior – Livro manufacturado + CD de Regina Guimarães, Ana Deus e Paulo Ansiães Monteiro – Mercearia da Vila
Texto de Ana Deus
A “Roupa Anterior” nasceu porque uma editora de gostos passionais nos convidou para reunirmos as canções que tínhamos feito juntas para filmes, teatros, passeios, festivais, num livro-cd.
A editora morreu do coração e nós ficámos com o trabalho já reunido enfiado num disco duro.
E a coisa ficou assim algum tempo, mas intranquila. Tínhamos pedido tanto a tanta gente, tantos músicos. Ficar com o resultado fechado até que nos passasse esse roer não resultou.
Fizemos então uma pequena edição, com cartão e papéis reciclados com desenhos e letras escritas pela mão do Paulo, onde todos os livros eram diferentes e únicos.
Não quisemos comprar nenhum material, tudo foi reciclado na confeção do livro.
O cd foi alegre e clandestinamente gravado no forno do nosso produtor Quico Serrano.
E depois apresentado na galeria Uma certa falta de coerência, como um projeto que tinha ficado pelo caminho. Apenas isso e apenas 60 exemplares.Mas… Afinal a coisa não ficou por aí. Fizemos muitos mais ao longo deste ano. Já fizemos bem mais de 500, já perdemos a conta…a caminho dos 1000.
A editora morreu do coração e nós ficámos com o trabalho já reunido enfiado num disco duro.
E a coisa ficou assim algum tempo, mas intranquila. Tínhamos pedido tanto a tanta gente, tantos músicos. Ficar com o resultado fechado até que nos passasse esse roer não resultou.
Fizemos então uma pequena edição, com cartão e papéis reciclados com desenhos e letras escritas pela mão do Paulo, onde todos os livros eram diferentes e únicos.
Não quisemos comprar nenhum material, tudo foi reciclado na confeção do livro.
O cd foi alegre e clandestinamente gravado no forno do nosso produtor Quico Serrano.
E depois apresentado na galeria Uma certa falta de coerência, como um projeto que tinha ficado pelo caminho. Apenas isso e apenas 60 exemplares.Mas… Afinal a coisa não ficou por aí. Fizemos muitos mais ao longo deste ano. Já fizemos bem mais de 500, já perdemos a conta…a caminho dos 1000.
Estamos felizes por vir a Ponte de Lima a convite da CAL com a nossa Roupa e vamos fazê-la à vossa frente!
Esperamos por vós no dia 16 de Novembro às 18h na Mercearia da Vila!
Ana Deus e Regina Guimarães com Paulo Ansiães Monteiro
Músicos que participaram no cd: Adolfo Luxuria Canibal, Alexandre Soares, Carlos Guedes, Celina Piedade, Gustavo Costa, Fernando Rodrigues, João Pedro Coimbra, Pedro Moura, Ricardo Serrano e Quico Serrano.
___________
23h | Concerto – sede da CAL – antigo quartel dos Bombeiros
Texto de Amílcar Rodrigues
Ana Deus e Alexandre Soares há muito que vêem as suas vidas entrelaçadas; primeiro um fugaz encontro de ambos nos BAN de João Loureiro e, depois, uma relação reforçada através daquilo que inicialmente se suponha como apenas uma colaboração, mas que rapidamente terminou com o ex-GNR no quadro dos Três Tristes Tigres. O projecto, iniciado por Ana Deus alicerçado no lírico da poetisa Regina Guimarães, até já se encontrava com o mundo a seus pés após o lançamento de “Partes Sensíveis”, em 1993, mas não descuraria a entrada do virtuoso criador. Bem a tempo, convenhamos, pois em 1996, e já com os três mais que entrosados, seria lançado “Guia Espiritual”, registo obrigatório na história pop portuguesa e que viria a receber o prémio Blitz, à altura jornal, de melhor do ano, na categoria dos álbuns nacionais.
Contudo, e não havendo um total afastamento do conjunto ao longo destes anos — chamemos-lhe antes um hiato — só em 2011 estes embarcariam em nova aventura, à qual deram o nome Osso Vaidoso. E se a soberba até pode ser um dos pecados capitais, este osso é descarnado de qualquer vaidade, pois não existe, em “Animal”, aquele nervo que estrangula e a atropela a normal condução da música ao ouvinte; aqui os ambientes são crus e erguem-se sob as fundações de uma guitarra que, ora sofredora, ora mandona, proporciona a Ana Deus um palco para explanar os jogos de palavras. Em boa verdade até é possível vislumbrar no osso alguma carne, seja tenrinha, discreta, mais rica em proteínas, em percussões que se escondem bem lá nos bastidores e as quais cabe ao ouvinte descobrir, seja na forma como as teclas pedem perdão, a respirar baixinho, sem se intrometerem entre o nylon — por vezes aço — e a voz. Há todo um elenco de convidados, dos quais se destaca Tó Trips na co-produção de “Cacofonia” e emprestando o seu inconfundível gingar nas cordas da guitarra, mas nunca esquecendo os arranjos minimalistas a nível de percussão por parte de Gustavo Costa, baterista/percussionista que tem como principal cartão de visita ter colaborado com o meio-mundo musical que interessa.
Também na vertente lírica há a presença de ilustres participantes, e para além da já referida Regina Guimarães, colaboradora de sempre, também Valter Hugo Mãe (que já permite que se lhe escreva as iniciais do nome em letras capitais), poeta/escritor e força-motriz dos Governo, empresta a sua poesia ao disco. O controverso Alberto Pimenta vê poemas seus musicados em “Coca-cola song” e “Ni nha rias” e as restantes canções são criadas com base em conversas/depoimentos recolhidos em conversas de vários espectros sociais que despoletaram em Regina Guimarães e Alexandre Soares a consciência e a vontade de passar os lamentos, lamúrias, enfim, raivas!, para o papel, e, para nosso bem, posteriormente para o plano musical.
Se Alexandre Soares cantava num dos primeiros sucessos dos GNR, e ainda com a companhia do excêntrico (aqui, a aplicação de qualquer outro adjectivo atingiria um sentido pejorativo) Vitor Rua, “quero ver Portugal na CEE”; na CAL, o pedido é extensível a todos vocês que normalmente nos visitam: queremos ver-vos na sede.
Esta visita de estudo acontece a 16 de Novembro, tem o seu arranque pela fresquinhas das 23h, custando 2€ em pré-venda e 3€ com o bilhete adquirido no dia. Não é necessária a autorização dos pais, do guia espiritual, muito menos da mulher a dias, para participar na viagem, mas para uma melhor fruição da mesma, e quem sabe até para uma verdadeira subida aos céus, é aconselhável a feitura dos trabalhos de casa, e estes, convenhamos, são tudo menos missão impossível: O disco “Animal”, editado em 2011, está disponível em http://optimusdiscos.pt/discos/artistoptimusdiscos/animal e é, logicamente, e como acontece em todos os com o selo Optimus Discos, totalmente gratuito.
Contudo, e não havendo um total afastamento do conjunto ao longo destes anos — chamemos-lhe antes um hiato — só em 2011 estes embarcariam em nova aventura, à qual deram o nome Osso Vaidoso. E se a soberba até pode ser um dos pecados capitais, este osso é descarnado de qualquer vaidade, pois não existe, em “Animal”, aquele nervo que estrangula e a atropela a normal condução da música ao ouvinte; aqui os ambientes são crus e erguem-se sob as fundações de uma guitarra que, ora sofredora, ora mandona, proporciona a Ana Deus um palco para explanar os jogos de palavras. Em boa verdade até é possível vislumbrar no osso alguma carne, seja tenrinha, discreta, mais rica em proteínas, em percussões que se escondem bem lá nos bastidores e as quais cabe ao ouvinte descobrir, seja na forma como as teclas pedem perdão, a respirar baixinho, sem se intrometerem entre o nylon — por vezes aço — e a voz. Há todo um elenco de convidados, dos quais se destaca Tó Trips na co-produção de “Cacofonia” e emprestando o seu inconfundível gingar nas cordas da guitarra, mas nunca esquecendo os arranjos minimalistas a nível de percussão por parte de Gustavo Costa, baterista/percussionista que tem como principal cartão de visita ter colaborado com o meio-mundo musical que interessa.
Também na vertente lírica há a presença de ilustres participantes, e para além da já referida Regina Guimarães, colaboradora de sempre, também Valter Hugo Mãe (que já permite que se lhe escreva as iniciais do nome em letras capitais), poeta/escritor e força-motriz dos Governo, empresta a sua poesia ao disco. O controverso Alberto Pimenta vê poemas seus musicados em “Coca-cola song” e “Ni nha rias” e as restantes canções são criadas com base em conversas/depoimentos recolhidos em conversas de vários espectros sociais que despoletaram em Regina Guimarães e Alexandre Soares a consciência e a vontade de passar os lamentos, lamúrias, enfim, raivas!, para o papel, e, para nosso bem, posteriormente para o plano musical.
Se Alexandre Soares cantava num dos primeiros sucessos dos GNR, e ainda com a companhia do excêntrico (aqui, a aplicação de qualquer outro adjectivo atingiria um sentido pejorativo) Vitor Rua, “quero ver Portugal na CEE”; na CAL, o pedido é extensível a todos vocês que normalmente nos visitam: queremos ver-vos na sede.
Esta visita de estudo acontece a 16 de Novembro, tem o seu arranque pela fresquinhas das 23h, custando 2€ em pré-venda e 3€ com o bilhete adquirido no dia. Não é necessária a autorização dos pais, do guia espiritual, muito menos da mulher a dias, para participar na viagem, mas para uma melhor fruição da mesma, e quem sabe até para uma verdadeira subida aos céus, é aconselhável a feitura dos trabalhos de casa, e estes, convenhamos, são tudo menos missão impossível: O disco “Animal”, editado em 2011, está disponível em http://optimusdiscos.pt/discos/artistoptimusdiscos/animal e é, logicamente, e como acontece em todos os com o selo Optimus Discos, totalmente gratuito.
Os bilhetes para o Concerto custam 2€ em pré-venda e 3€ no próprio dia. Podem ser adquiridos na Mercearia da Vila, na Farmácia da Misericórdia e no Posto de Turismo, ou através dos seguintes contactos: 964368961 / 925880973.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Ruarte / Mercado das Artes 2013
RUARTE/MERCADO DAS ARTES 2013
A Associação Cultural “Unhas do Diabo” e a Associação Cultural CAL - “Comunidade Artística Limiana”, duas
Associações Culturais de Ponte de Lima, desafiaram-se mutuamente para a
realização de um evento conjunto em 2013, o qual denominaram RUARTE/MERCADO DAS ARTES,
realizado no fim-de-semana de 7, 8 e 9 de Junho, com a parceria do Município de
Ponte de Lima. Baseado num esforço de articulação entre as duas Associações da
vasta programação proposta, o evento terá duas grandes linhas de ação: a RUA como cenário natural para as
diversas manifestações e a oferta das mais diversificadas ARTES ao público limiano e a todos aqueles que nos visitam,
transformando o evento no maior festival de artes performativas do norte de
Portugal e um dos maiores do País.
O ruarte/mercado das artes conta com mais de 40
eventos nom stop ao longo de todo o fim-de-semana, congregando centenas de
artistas das áreas mais diversas.
Margens do rio Lima, largo de
Camões, largo de S. João, largo da Picota, paço do Marquês, capela das
Pereiras, ponte medieval, passeio 25 de Abril, rua Cardeal Saraiva, antigo
quartel dos bombeiros (sede da Comunidade Artística Limiana – CAL), largo da
Alegria (Arcozelo), Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico, são algumas das
artérias que irão receber a visita dos artistas, grupos e performers.
Música medieval, música folk,
fado, gaiteiros, bombos, teatro, fotografia, workshops, pintura, escultura,
instalações e tertúlias são algumas das manifestações artísticas que farão das
ruas do centro histórico de Ponte de Lima a sua casa.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL UNHAS DO DIABO
A Associação Cultural “Unhas do Diabo”
foi constituída em 1998, aprovando o seu regulamento interno, estatutos e plano
de acção. O órgão directivo ficou sob responsabilidade do Presidente da
Direcção, Dantas Lima, do Tesoureiro, Edgar Lourenço e da Secretária, Fernanda
Cunha. Nesta época contava a Associação com cerca de 12 elementos disponíveis
para trabalhar em prol do teatro de amadores em Ponte de Lima.
A criação do
grupo de teatro da Associação Cultural “Unhas do Diabo” fez renascer o Teatro
de Amadores em Ponte de Lima. A escolha deste nome prendeu-se com a já
conhecida lenda das “Unhas do Diabo” e com a analogia teatral dos Diabos
Vicentinos que serviram de inspiração ao logótipo, da autoria de Lucílo Valdez
e Dantas Lima.
O “Unhas” como é, carinhosamente apelidado, procurou traçar
novos rumos, diversificar as suas actividades e cativar o público limiano para
o teatro.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL CAL - COMUNIDADE ARTÍSTICA LIMIANA
A Comunidade
Artística Limiana (CAL) é
uma associação cultural sem fins lucrativos sediada na
vila de Ponte de Lima. Esta entidade tem como objectivos a organização e promoção de eventos de natureza
artística e cultural, dando especial destaque aos artistas locais. Criada em
Março de 2010, a CAL tem vindo a realizar diversas
actividades como exposições, concertos, workshops e formações, sempre abertas à
comunidade e com vantagens para os seus associados.
SITE OFICIAL:
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Sentimento do Poema - Amândio Sousa Dantas
O Poeta Limiano Amândio Sousa Dantas vai publicar o seu 11.º livro de poemas originais, “Sentimento do Poema”.
O lançamento vai decorrer na “Taberna da Porta Vermelha”, no Largo da Freiria, em Arcozelo, Ponte de Lima, no dia 24 de Novembro de 2012, pelas 18 horas.
Serão lidos vários poemas da nova obra pelo conhecido actor, encenador e declamador, Pedro Lamares.
A apresentação do livro será feita por António Carlos Matos.
Co-Organização: “CAL – Comunidade Artística Limiana” e “Taberna da Porta Vermelha”
Cartaz: Márcio Folha.
domingo, 11 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Amândio Sousa Dantas
O Poeta Limiano Amandio Sousa Dantas Dantas vai publicar o seu 11.º livro de poemas originais, “Sentimento do Poema”.
O lançamento vai decorrer na Taberna da Porta Vermelha, no Largo da Freiria, em Arcozelo, Ponte de Lima, no dia 24 de Novembro de 2012, pelas 18 horas.
Serão lidos vários poemas da nova obra pelo conhecido actor, encenador e declamador, Pedro Lamares.
A apresentação do livro será feita por António Carlos Matos.
Co-Organização: “CAL – Comunidade Artística Limiana” e “Taberna da Porta Vermelha”
Cartaz: Márcio Folha.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Cine CAL
A CAL está empenhada em trazer o cinema de volta a Ponte de Lima.
Ao fim de tantos anos sem uma sala onde se possa ver cinema, numa vila
que se orgulha das suas iniciativas, diversidade de grupos e
equipamentos culturais, a Comunidade Artística Limiana aposta na criação
de um ciclo de cinema de referência, gratuito, no centro histórico da
vila.
Segundo Oscar Wilde, “a moda é algo tão intoleravelmente
feio que tem de ser alterado a cada seis meses”. O cinema que queremos
mostrar não é o que está na moda - é o que sobrevive ao tempo. O que foi
bom e continua a ser bom. Porque emociona. Porque nos fez rir antes e
nos faz rir de novo. Seja ele clássico ou contemporâneo, Europeu,
Americano, Brasileiro ou Asiático. O tal cinema, tantas vezes
negligenciado à sombra da máquina trituradora do cinema comercial, dos
seus caprichos e padrões estéticos.
Cinema sem pipoca, mas com
um copo de vinho, um chá, num espaço relaxado onde se possa, depois da
sessão, conversar sobre o filme ou o que surgir. Quinzenalmente, para
começar, nos domingos que antecedem as segundas de feira. No auditório
da loja rural (antiga Cadeia das Mulheres), pelas 17h.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Lugar do Outeiro e arredores
Uma visita ao Lugar do Outeiro (Arcozelo) e arredores será sempre satisfatória, não apenas pela existência de belos exemplares de arquitectura popular, como pelas belas panorâmicas sobre a vila de Ponte de Lima.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
CAL STREET MARKET
"O lixo de uns é o tesouro de outros."
O CAL Street Market irá realizar-se no dia 1 de Setembro, no Campo do Arnado (Ponte de Lima), entre as 14h-02h.
É um mercado de compra, troca e venda de produtos vintage e artigos em segunda mão (roupa, livros, cd's, mobiliário, e toda a tralha em geral!). Também será permitida a venda de produtos alimentares já confeccionados, como bolos, biscoitos e salgados.
Em paralelo com o mercado haverá música, animação de rua e até uma Ipod Battle!
Participa!
Inscrições em: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?fromEmail=true&formkey=dGZVRXBLYVowVzF0QnVyUDhCZHgzNUE6MQ
Para mais informações: cal4990@gmail.com
O CAL Street Market irá realizar-se no dia 1 de Setembro, no Campo do Arnado (Ponte de Lima), entre as 14h-02h.
É um mercado de compra, troca e venda de produtos vintage e artigos em segunda mão (roupa, livros, cd's, mobiliário, e toda a tralha em geral!). Também será permitida a venda de produtos alimentares já confeccionados, como bolos, biscoitos e salgados.
Em paralelo com o mercado haverá música, animação de rua e até uma Ipod Battle!
Participa!
Inscrições em: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?fromEmail=true&formkey=dGZVRXBLYVowVzF0QnVyUDhCZHgzNUE6MQ
Para mais informações: cal4990@gmail.com
segunda-feira, 30 de julho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Arquitectura Desaparecida em Ponte de Lima
2010
1950
Fotografia rara do antigo edifício que foi substituído nos anos 70 do século passado pelo actual edifício do Banco BPI (antigo Banco Borges & Irmão) que manteve na generalidade a sua implantação e volumetria original embora completamente redesenhado segundo traços mais contemporâneos.
Foto gentilmente cedida por Francisca Monteiro Martins
domingo, 10 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
MERCADO DAS ARTES 2012
A Comunidade Artística Limiana (CAL) é
uma associação cultural sem fins lucrativos
sediada na vila de Ponte de
Lima. Esta entidade tem como objetivos a organização e
promoção de
eventos de natureza artística e cultural, dando especial destaque aos
artistas
locais. Criada em Março de 2010, a CAL tem vindo a realizar
diversas atividades como
exposições, concertos, workshops e formações, sempre abertas à comunidade e com
vantagens para os seus associados.
Em
colaboração com a autarquia local, a Câmara Municipal de Ponte de Lima,
foram
também realizados alguns eventos bem-sucedidos, relevantes para o
historial da
associação, para os artistas locais e para comunidade. O
Mercado das Artes 2010 e o
concerto do Grupo de Fadistas Limianos, entre
outros, são exemplos dessa colaboração.
A CAL tem vindo a colaborar com
outras associações locais, tanto na organização de
atividades como na
mútua promoção e divulgação.
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MERCADO DAS ARTES 2012
A 3ª edição do Mercado das Artes
visa dar continuidade ao evento que
marcou a Comunidade Artística
Limiana como entidade dinamizadora de atividades
de cariz artístico e
cultural. Esta iniciativa pretende ser uma forma de mostrar à
comunidade
o que está a ser feito em termos de produção artística, aproximando-a
assim dos artistas e das diferentes vertentes da arte, umas já
conhecidas, outras
inovadoras e com pouca projeção, especialmente a
nível local.
O Mercado das Artes
é um evento onde a arte é apresentada ao público um
pouco à semelhança
de uma mercado tradicional, onde o objetivo é fazer o visitante
tropeçar
nas peças e quem sabe comprar alguma delas. É um ótimo espaço para a
troca de experiências e para a formação de novas amizades e parcerias
entre os artistas
que vão participar. Sendo essa participação livre,
há um encontro de gerações em
que os mais novos aprendem os segredos
dos mais velhos e, por outro lado, estes
tomam contacto com as novas
abordagens e técnicas dos mais novos.
A
venda de obras é permitida mas não é obrigatória. Na edição anterior
vários
artistas venderam obras e outros receberam encomendas para a
produção de novas
peças. Este facto funcionou como incentivo para os
outros artistas menos
experientes melhorarem o seu trabalho e voltarem a
participar nesta 3ª edição.
Além disso, fez com que os autores das
obras permanecessem no local durante os
dias da exposição de modo a
poderem esclarecer os possíveis interessados,
fazendo do mercado um
sítio onde circulação de pessoas é uma constante,
de manhã até à noite.
FICHA DE INSCRIÇÃO E REGULAMENTO
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Areal 1993 - Identidade Perdida
Arquivo: SIPA - Sistemas de Informação do Património Arquitectónico
Simultaneamente perda de identidade e perda de oportunidade. A relutância de quem impõe objectivos de reduzir dezenas de lugares de estacionamento no centro histórico mas não admite reduzir uma centena de lugares no areal. Uma prova de que não podemos ser submissos ao automóvel; o automóvel vai para onde dissermos que vá, e o lugar escolhido foi o areal. Como é esteticamente reprovável foi necessário camuflá-lo, embelezar a envolvente deste estacionamento para que ele possa integrar-se harmoniosamente numa das mais belas frentes ribeirinhas do país. Para o efeito convidam-se escultores mais ou menos dotados (mais para o menos), que exaltem as lendas do passado e as expliquem figuradamente para que até uma criança de 4anos perceba o que o General Brutus gritava para a outra margem. Estátuas alusivas ao folclore e à vida no campo viram-se para os transeuntes do passeio do 25 de Abril reclamando para si a atenção ao invés da compacta massa automóvel que a poucos metros reluz. Foi necessário afastar o turista da proximidade do automóvel; um espaço verde com uma duplicação do passeio surgiu entretanto. Porém, o problema agrava-se com o estacionamento a extravasar pelos arcos da ponte medieval e o rio ao longe e pouco convidativo. O turista rendido, apercebe-se que não conseguirá levar na sua máquina fotográfica uma foto decente do monumento-mor da vila sem que alguma auto-caravana lhe estrague o enquadramento. As margens do rio precisam de ser limpas da vegetação selvagem causada pela má qualidade das águas e um açude mal projectado umas décadas antes. Mas sendo este espaço um areal, entre o verde e a areia, obviamente optemos pelo verde, até porque não é auto-sustentável e até precisa de uma manutenção regular de adubos e sistemas de rega.
Agora que perdeu-se a oportunidade de uma praia fluvial devidamente qualificada e invejada por qualquer terra do interior (como já aconteceu) talvez esteja na hora de pensarmos em seguir os passos de Mangualde e construir uma praia artificial num local bem longínquo do rio. Olhando para trás, o pontelimense dirá que tinha um tesouro que nenhuma localidade tinha, um extenso, limpo e luminoso areal, local privilegiado de lazer em qualquer cidade balnear, mas neste caso, no interior do país. Como a emenda foi pior que o soneto, temo que a história não seja branda com este assassinato paisagístico num mundo onde os valores culturais e identitários deveriam sobrepor-se a qualquer sonho ou capricho pessoal. Ponte de Lima bastião dos valores patrimoniais e ambientais?
sexta-feira, 30 de março de 2012
Paço do Marquês 1962





Trabalhos de demolição e reconstrução do trecho de muralha
adjacente ao Paço do Marquês
Fotos de 1962
Arquivo: SIPA "Sistema Informação para o Património Arquitectónico"
adjacente ao Paço do Marquês
Fotos de 1962
Arquivo: SIPA "Sistema Informação para o Património Arquitectónico"
sexta-feira, 23 de março de 2012
Casa Pimenta/Fábrica de Guarda-sóis "A Limarense"





Casa Pimenta/Fábrica de Guarda-Sóis "A Limarense /Bazar Bento Soares
Fotos de 1951 e 1964
Arquivo: SIPA "Sistema Informação para o Património Arquitectónico"
Fotos de 1951 e 1964
Arquivo: SIPA "Sistema Informação para o Património Arquitectónico"
segunda-feira, 12 de março de 2012
CAL


Actualização do site online da Comunidade Artística Limiana.
Um sítio a acompanhar atentamente.
Aproveite e faça-se sócio!
cal.pontedelima.com
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